domingo, 27 de fevereiro de 2011
comboios
E o comboio continua indiferente. Entretanto há mais uma paragem e uma nova troca de assentos.
sábado, 6 de novembro de 2010
FIRENZE

Depois destes panoramas, Dédalo, deixou um pouco as asas e baixou à cidade. Atravessou o bairro dos artesãos e a famosa ponte Vecchio. A ponte conduziu até à Galleria degli Uffizi Firenze onde se encontrou com Galileu, Leonardo da Vinci e até Maquiavel. No encontro, com estes senhores feitos pedra, uma musica atraiu-o e chamou-o para o coração da cidade. Piazza della Signoria aguardava para um encontro com Neptuno, David e outras mitologias. segunda-feira, 15 de fevereiro de 2010
Marca hispanica: E a França Fomos
Bom, mais um dia de sol, a promessa de ir a França estava feita há muito, no entanto, saímos apenas com destino a Portbou, a ultima praia da Catalunha Espanhola ( a França também tem a sua Catalunha)… A tarde estava magnifica, uns 20º estavam marcados e lá fomos nós pelas estradas costeiras entre curvas e contra curvas até finalmente chegarmos a Portbou. De longe parece um postal, encravado no meio de altas montanhas a cidade desce até tocar no mar.
Decidimos seguir, e entrar em França. Foi assim de repente, não existia uma linha, apenas a placa com a bandeira da U.E. e no meio escrito França (em Francês e Catalão). Ao inicio a estrada continuava a beira mar e serpenteava pelas colinas seguindo as linhas de relevo. Olhámos o mapa e elegemos a cidade de Collioure como destino (o nome era interessante, a distância razoável e era a ultima de uma serie de povoados encravados entre os pirineus costeiros e o mar.
Uma cidade que já foi duas, dois castelos e um forte. Muitas ruas estreitas, um porto de pescadores, 3 praias e uma igreja deitada na água… sim muito curioso. E sim sem duvida, muito francês. A vila transpirava charme, e estava cheia de gente. Domingueiros passeavam pelas ruas, e os cafés e bares estavam cheios. Um contraste interessante tendo em conta que do lado espanhol não se via vivalma e tudo estava fechado. E lá fomos nos à descoberta. Caminhámos ao entardecer, o sol punha-se, mas ainda dava para tirar alguns postais com a câmara digital. E claro deu a fome… encontramos um restaurante ao pé da igreja, e obviamente petiscamos alguma coisa da suposta gastronomia acompanhamos com um vinho da região: delicioso, doce e leve… E leves saímos para caminhar mais um pouco antes de regressarmos. O entardecer esvaziou a vila e encheu-a de magia, as luzes laranjas, o som do mar e o do silencio dos homens e das suas construções acompanhou-nos e levou-nos por fim, de volta ao carro. Era tempo de regressar ao outro lado da Marca.
Caminhos de celtiberos
Saímos de casa e fizemo-nos à estrada. Destino, praia de “La Fosca”. Aparentemente havia um caminho pedestre mesmo à beira mar, que nos levava por calas e praias desertas até umas ruínas de um povoado ibérico, habitado pelos nossos antepassados celtiberos.
O povoado estava praticamente deserto, alguns pedestres e ciclistas, e não muito mais. Ouviam-se os pássaros, as rolas e o vento nas arvores e sebes, e via-se aqui e ali um ou outro gato…preto. Os apartamentos, casas de férias, como de costume desertos. É a sina das estâncias balneares no inverno, 6 meses de bulício e outros seis de suplício deserto.
O caminho rapidamente nos levou para longe da praia deserta, e pelas falésias cheias de pinheiros mansos e carvalhos (sim é estranho, mas o mediterrâneo aqui é um lago) alcançamos uma primeira baia. Uma pequena aldeia de pescadores que só é usada no verão, marcava a sua presença. Pequenas barracas coloridas de pedra com varandas, numa única rua viradas para o mar, numa praia de pedras. O aglomerado estava deserto, mas com o sol o branco das casas resplandecia e os pequenos pátios convidavam a parar e a apreciar a paz e a quietude. Uma vila encantada dizia-se…
O caminho, contudo, continuava e rapidamente nos conduziu até uma outra baia. Uma praia com um grande areal, um mar azul tranquilo espelhava-se diante de nós. A meio da praia um ribeiro adormecia e entregava-se ao mar… mas caprichosamente apenas na maré alta. Graças a isso, quando olhávamos para o interior observavam-se os primeiros caniçais, e mais adiante um pequeno paul. O caminho levava-nos para fora da praia e conduzia a um monte. Nesse monte a coroa-lo estavam as ruínas. Os nossos antepassados escolheram bem o sítio. O monte é nada mais nada menos que uma pequena península, cujo istmo está a 70 metros de altura e despenha-se em duas pequenas “calas” (uma a norte e outra a sul), assim o único ponto de acesso é pela quase ponte, bom para a defesa. A proximidade do paul e de um ribeiro fornecia agua, peixe e terra… inteligentes os tipos.
A partir daqui, o caminho continuava sempre ao lado do mar, agora subíamos e descíamos colinas que se despenhavam no mar e formavam as calas (praias minúsculas), sempre acompanhados pelos pinheiros e carvalhos. O mar azul e calmo ouvia-se mais no topo do que lá em baixo, uma nuvem tapou o sol e reparámos que as sombras estavam mais longas, era tempo de regressar. O caminho continuava, adivinhamos que até quase França e a França fomos…
terça-feira, 10 de novembro de 2009
domingo, 27 de setembro de 2009
Histórias sobre poder
Os macacos e as bolotas!
Um tratador de macacos diz aos seus macacos, quando vai dar-l
hes de comer:- Dar-vos-ei três bolotas de manhã e quatro à tarde. Que achais?
Todos os macacos, altamente irritados, protestaram.
- Muito bem - disse o tratador. - Então dar-vos-ei quatro bolotas de manhã e três à tarde. Que achais?
Todos os macacos se declararam encantados.
No palácio de Salomão, uma andorinha macho apertava com força uma andorinha fêmea, que se recusava vigorosamente.
sábado, 27 de junho de 2009
Passeios ao crepúsculo: cañas e tapas na provincia
Quando no mapa de Girona encontrei a indicação de Bessalu como sitio interessante, tanto eu como o Daniel ficámos com uma grande vontade de nos deslocarmos até esse ponto no mapa. E assim o fiz... Num dos passeios de fim de tarde, abalei de Girona acompanhado pela Rita, a caminho de Bessalu. Ao sairmos da cidade somos envolvidos por uma daquelas tempestades de Trovoada e chuva forte que duram meia hora, ou duas, ou três...
Mas graças à chuva, o ar das montanhas baixas estava limpo e fresco e a estrada bem molhada. Já íamos fascinados pelas montanhas que se desenhavam à nossa frente, quando depois de uma curva nos deparamos com uma gigantesca ponte medieval que conduzia à porta de uma vila. Era Bessalu que se mostrava através de um postal.
Aparquei à entrada da vila e depois de passarmos um pequeno posto de turismo a paisagem abriu-se e demos com uma ponte do séc. IX, que nos levava ao coração de uma vila que parecia ter saído dos livros. Entre as minhas fotos e os gritos de excitação da Rita (que parecia uma criança), conseguimos atravessar a ponte e chegar ao coração da vila. Um labirinto de casas de pedra, ruas estreitas e sinuosas que nos conduziram para cima e para baixo, e depois até à plaza mayor da vila... saímos da vila já de noite com uma grande vontade de voltar...
Não esperei muito... voltei no dia a seguir com o Daniel, desta feita não com o objectivo de percorrer a vila mas sim de beber uma caña e de tapear qualquer coisa, já que a vila de Santa Pau nos tinha aberto o apetite.
Santa Pau foi uma daquelas coisas que surgiu diante de nós sem a esperarmos... fiquei completamente doido pela pequena e decadente vila. Povoação antiga, construída à volta de um castelo, que imponente domina a vila, mas que está abandonado e completamente decrépito. À volta deste, contudo, distribuem-se uma dúzia de ruas, empoleiradas no monte que constitui a vila velha. Edificos de velhas janelas e arcadas de pedra onde encontramos pequenos cafés e restaurantes e ainda lojas que vendem artigos de produção local, como o licor de canábis ou absinto vermelho... ou as vitrinas da mercearia que de um lado exibiam as nozes e fruta e hortaliças, e no outro o sonazol e o ajax e o anti-calcário e o WC pato, :) Atravessando uma ponte de madeira (construída já neste século) chegamos à vila nova... onde o melhor são sem dúvida os miradouros sobre a cidade velha e o tasco onde bebemos a caña e picámos uns pedaços de queijo, chourição e azeitonas verdes. Não sei explicar, mas o vilarejo era realmente charmoso (como diz o Daniel).
A noite apanhou-nos, então em Bessalu onde o Daniel, o André e eu, acabámos por jantar numa esplanada encravada nos patamares de uma escadaria que conduzia ao rio...
Em Girona entretanto, a noite começava... e era tempo de nos fazermos à estrada para irmos até à noite da minha nova cidade.
Os passeios ao crepusculo
Vá-se lá saber porquê a melhor hora para se passear e conhecer esta região é ao fim de tarde. A razão é simples: de folga ou em dia de trabalho os fins de tarde, são a única hora em que, de facto, consigo organizar-me para me fazer à estrada e ir conhecendo a província de Girona.
A hora é sem duvida fantástica, porque não só os locais já estão livres de turistas, como se conseguem tirar umas fotos bem jeitosas aproveitando a luz do pôr do sol. E bom à mais uma razão... só conheces bem um local depois de te sentares numa esplanada, na plaza mayor e tomares uma caña com umas tapas.
Nos últimos dias tenho, então, aproveitado para me deslocar para o interior. O interior da província, é composto por montanhas, vales e pequenas planícies, é pois um preludio dos Pirenéus.
Pelo meio das florestas e campos encontram-se algumas vilas muito interessantes que parecem ter parado algures entre o século IX e o XIV. Pequenas povoações românicas, de ruas estreitas e sinuosas e com pequenas praças rodeadas de arcadas repletas de esplanadas e pequenas lojas.
A não perder as vilas de Bessalú e de Santa Pau. Em breve coloco as fotografias destes postais...
domingo, 7 de junho de 2009
À descoberta da Costa Brava I
Foi Domingo e embora fosse dia de trabalho, às três estávamos livres. Vai daí o Paulo e o Daniel fazem-se à estrada em direcção a S. Feliu pra ir tomar café a casa da Diana e quem sabe um pouco à praia já que em Girona o calor sufocava.
Eis-nos chegados à praia, quase à hora do lanche, mas que ainda era de almoço em casa da Diana, e por essa razão acabámos por voltar a almoçar – era impossível dizer não ao assado que um dos colegas de casa da Diana tinha feito. O melhor foi mesmo o acompanhamento – arroz :P. Após o segundo almoço, fomos então à praia… mas parecia que o tempo não ajudava e embora a paisagem diante de nós fosse um postal, já se sabe como detesto sítios de massas. Felizmente, não sou o único e daí o Fred mexer na malta pra irmos fazer um pouco de escalada ao fim da tarde!
E lá fomos nós, fizemo-nos novamente à estrada e depois de alguns km eis-nos numa paisagem deslumbrantemente mediterrânica. Algumas escarpas a elevarem-se de uma floresta de carvalhos e pinheiros mansos, onde aqui e ali encontrávamos arbustos de louro e vestígios de pequenos mamíferos (raposas, coelhos…).
Foi pois entre os queixumes da Diana que chegamos a uma parede muito interessante, o Fred saca do material para ir abrir a via, eu visto o arnês pra fazer a segurança… mas eis que falta o magnésio e as mãos estão suadas.
E lá vai o Paulo a tentar abrir a via (consta é que foi a primeira vez que subi numa parece natural :P). Altura por altura, o que são meia dúzia de metros comparados com os 11 mil a que habitualmente voamos?
Pois lá está, diferença abismal. Cheguei a meio esgotado, descemos, subimos e acabamos por ter de vir embora, porque entretanto começou a trovejar.
Ainda assim foi um Domingo fenomenal, que nos deixou com vontade de escalar mais e descobrir melhor a Costa Brava. O que entretanto começámos a fazer.
Mais uma semana, mais penas e uma península atravessada de carro
Após a mudança e com três dias de folga foi tempo de fazer uma visita relâmpago a Portugal para ir buscar o kiwi e traze-lo são e salvo para Girona. O meu pai decidiu acompanhar-me nesta aventura, e em boa hora o fez… atravessar Espanha não é impossível, mas também não é fácil, e a companhia de um pai é sempre bem vinda nos tempos que correm.
Depois de 14 horas de viagem, muitas discussões e também muitas risadas, chegamos sãos e salvos a Girona. Muito graças ao GPS que o Avô Asdrúbal fez… um belo mapa fotocopiado com o itinerário traçado a marcador bem vermelho!
Depois de uma breve hora de sono era tempo de levar o pai ao aeroporto para ele apanhar o voo de volta a Portugal. O resto do dia foi passado a vegetar e a arrumar as tralhas que carreguei no kiwi. Finalmente de rastos às nove arrastei-me para a cama, porque no dia seguinte havia que levantar às 0330, porque o trabalho começava às 04.45 no aeroporto. Granada e Liverpool...
Quando finalmente aterramos em Girona (era por volta do meio dia) pensei que como ainda tinha um dia pela frente conseguiria fazer muitas coisas… enganei-me… nem consegui tirar a farda tal era a pedrada de sono!
E assim, se iniciou uma longa semana de earlies a levantar todos os dias às 0400.
quinta-feira, 4 de junho de 2009
domingo, 24 de maio de 2009
sábado, 23 de maio de 2009
A busca pelo piso
E por isso os dois dias foram reservados à busca de casa. Como o Daniel tem a mesma escala que eu, também teve folga e dedicámo nos à ardua tarefa de "buscar piso". Foram dois longos dias, entre imobiliárias a ver apartamentos, a fazer contas... enfim um caos.
Pelo meio ainda conseguimos um tempo para ir visitar a catedral de Girona... FANTÁSTICO o bairro velho e a catedral. Ruas estreitas, sinuosas com edifícios do séculos IX a XX, é de facto muito interessante, mas só consegui ter uma pequena ideia, até porque depois com um pouco mais de tempo conto conhecer melhor o labirinto e a catedral!
Depois da janta em casa com o Fred, a Diana e o Daniel, fuimos de copas! Os colegas foram-nos mostrar a noite de Girona...
Hoje de manhã de volta à luta... eu e o Daniel já de trombas, fartos de andar... e sem casa. Finalmente, a luz ao fim do túnel... encontrámos um apartamento muito interessante, junto ao parque de la defesa, muito perto do centro e ainda mais perto da zona das copas!!! eh eh FESTA CASA!!! E Segunda lá vai o Paulinho assinar o contrato de arrendamento do seu primero Piso en Girona!!!
Entretanto, amanhã de volta ao trabalho, mas agora com a certeza de que segunda já tenho o meu pouso!!!
sexta-feira, 22 de maio de 2009
Os primeiros voos
A terça foi um dia longo tivemos que nos levantar às 07.30 para apanhar o autocarro para o aeroporto, porque tínhamos a "base visit" às 10.00. Visitámos a base, fizemos os "IDs" (provisórios) e conhecemos alguns colegas. Depois só tivemos o primeiro voo às 15.30 e aterramos à 11.35. Estava completamente rebentado quando terminámos, e o mais chato foi termos de esperar até às 00.30 pelo autocarro para Girona! Resumindo cheguei a casa à 01.15, porque da estação à casa onde estou são quase 20 min. a pé.
A quarta foi mais pacifica. Voámos até pescara e depois até Sevilha. O chefe de cabine era muito acessível - o Pau - um catalão impecável - prachou me a bordo, desde me mandar fazer o serviço a uma fila que não existe, a por-me açúcar no jump seat (que caiu todo em cima de mim na descolagem), até trocar a ordem das palavras da safety demo (trocava a esquerda com a direita, mudava os nomes... ) uma comédia. Mas o melhor foi mesmo no voo Girona-Sevilha ter ido no flight deck . FOI FENOMENAL, não consigo explicar por palavras a sensação! Finalmente, de volta a Girona, foi tempo da avaliação dos voos de estágio (tive MTO BOM :) ) e aguentar me nas canelas até chegar a casa... Desta vez conseguimos uma boleia de um colega, daí que cheguei à meia noite.
Concluindo, foram dois dias de muito trabalho e muito intensos onde deu para aprender bastante, mas também para nos irmos ambientando a este novo estilo de vida.
Mais duas penas!
segunda-feira, 18 de maio de 2009
A viagem para cá foi mui tranquila, e depois da azafama da aterragem e o recolher as bagagens foi descobrir que o aeroporto é minúsculo. Na realidade, mesmo muito pequeno e praticamente só a Ryanair é que opera aqui, diz que tem onze balcões de check in... mas, aparentemente, só funcionam cinco.
Felizmente, tive a sorte de ter alguém à espera no aeroporto que me trouxe para a cidade (Girona é a 15 km do aeroporto), o Fred. Um contacto que veio da Diana uma antiga colega de curso de Leiria, mas que só o vim a saber, depois de me terem dado o contacto dela :) (há coincidências mui catitas ;)) . Mais curioso ainda, foi o facto de a Diana (que só hoje conheci) vir a operar o voo que me trouxe para Girona - ela era a chefe de cabine. É em casa do Fred e de mais umas colegas que vou ficar esta noite e provavelmente na próxima. Depois é outra história...
Quanto a Girona ainda não deu para ver muito, apesar de à primeira vista parecer muito interessante e acolhedora. A busca de casa já começou e parece que se vai prolongar... há oferta, mas se há crise imobiliária, não se nota... pelo menos no lado de quem procura casa... Um T2 pode variar entre os 600€ e os 900€ por mês...
Amanhã de manhã temos a visita à base e depois à tarde iniciam-se os voos... amanhã vou buscar penas a Pescara e a Madrid.
:)
domingo, 17 de maio de 2009
Dédalo e o Filho
Bom reza a história que o senhor era um génio e que queria voar mais alto...
Queria voar mais alto, porque construiu um labirinto e ficou preso lá dentro com o filho (o Ícaro - lembram-se desse programa de TV?) por isso fez umas asas de cera de abelha e penas de gaivotas. Antes de levantar e partirem para a liberdade avisou o filho para não voar nem muito perto da água nem muito alto em direcção ao sol, pois as asas poderiam derreter.
Filho que é filho nem sempre dá ouvidos ao pai e por isso o rapaz mal se achou livre voou em direcção ao sol... Resultado as asas derreteram e o rapaz caiu ao mar...
O pai um pouco mais esperto continuou a voar até à segurança do continente...
Mas como a Dédalo ninguém o parava continuou a voar e a viajar... plo menos é assim que eu conto!








